Capas


domingo, 8 de maio de 2011

convivista

O Barco está de volta!
Para quem embarcou nesta viagem, meus parabéns!

Turbulências se passaram, momentos vividos, emoções se misturam com o sentimento de dever cumprido.
Foi uma boa viagem que todos vocês fizeram, o mar se acalmou e os novos marinheiros estão de volta, cada um no seu lar, na sua familia, a experiência da viagem jamais será esquecida, o aprendizado será repassado a cada membro de sua familia, a cada amigo, a cada um que encontrar comentará o quanto a viagem foi boa! 

Agora é hora de garimpar, de marinheiro a garimpeiro, garimpar novos marinheiros para o barco, ele não pode, e não deve ficar esquecido na praia, ele precisa viajar, esse barco tem que navegar no mar turbulento de novo, com outros marinheiros, você se emocionara com mais e mais marinheiros que virão, e perceberá que a experiência e o momento é único e diferente, para cada novo marinheiro.

Todos temos problemas, mas é nessa viagem que percebemos o quanto esses problemas se apequenam perante o Timoneiro desse barco. Esse timoneiro nos ensina o quanto somos fortes é únicos, ele nos ensina que a união faz diferença, ele nos ensina que temos uma força interior muito forte, e que essa força interior sendo usada para o lado bom, para servir o próximo, fica cada vez mais forte e a cada momento, sentimos ela crescendo e sentimos que podemos fazer mais.

O Barco está ali... Parado... Esperando... Vamos juntos buscar os novos marinheiros?
Vamos encontrar onde quer que eles estejam, afinal de contas todos precisam conhecer o "Grande Timoneiro" deste barco, viajar novamente para depois ancorar em paz na areia da praia para começar tudo de novo!

PARABÉNS CONVIVISTAS!

Cláudio Albano

sábado, 30 de abril de 2011

Se fosse hoje!

Lembro-me que quando criança na escola, eu era um menino magro, magro não, seco, na verdade um palito em pé, ouvi várias piadinhas e brincadeiras de todos os tipos, caniço, vara de medir açude, entre outros. Se fosse hoje... certamente ganharia um bom dinheiro em processos contra o Bullying praticado pelos meus amigos da época que também são meus amigos hoje!

Ainda na Escola, uma certa prova de matemática, tirei uma nota zero, zero mesmo, bem redondo, como precisava pegar a assinatura de minha mãe, foi inevitável o castigo e a surra. Se fosse hoje... Minha Mãe certamente iria até a escola e quem sabe a surra não seria na Professora? queria ver ela me dar zero de novo!

Falar em surra... naquele tempo nos tínhamos horário para tudo, escola, almoço, brincar... Uma vez cheguei em casa era noite, minha mãe ficou preocupada, me esperava sentada na área, não tinha celular para ligar ou avisar, nossa, meu traseiro está doendo até agora! Ha se fosse hoje... Me dirigiria ao conselho tutelar, minha Mãe seria chamada e levaria uma bronca daquelas e nunca mais eu levaria aqueles corretivos que tanto me ajudaram no meu crescimento, e me tornaram responsável pelos meus atos.

Lembro de um amigo de infância, parceiro mesmo, até hoje ainda nos visitamos e fizemos alguns churrascos com a familia, estudamos, jogamos bola, diversão, o "Neguinho"(como o chamavos) era gente boa, daqueles que sempre se pode contar... Ha se fosse hoje! chama-lo assim, certamente, eu seria processado por racismo! (se não for depois de postar isso!)

Lembro que meu pai aos sábados gostava de ir ao botequim próximo de nossa casa, sinuca, comprava doces pra gente, as vezes voltava tarde e minha mãe achava normal tudo aquilo! Ha se fosse hoje... bom, essa deixa pra lá, minha mulher vai ler isso aqui!

Falar a verdade, eu queria que hoje fosse como ontem!

Um grande abraço!
Cláudio Albano

sábado, 23 de abril de 2011

A guerra que voce nao ve

Neste documentário, John Pilger expõe como os grandes meios de comunicação dos países imperialistas (assim como seus representantes nos países periféricos) manipulam as informações com o objetivo de justificar suas guerras de rapina e outras políticas contrárias aos interesses das maiorias populares. John Pilger revela como estes meios agem de modo orquestrado para beneficiar as políticas imperialistas dos Estados Unidos, por exemplo, e de seus agentes no Oriente Médio (Israel). A vida humana nada conta para estas potências imperialistas (ou sub-imperialistas) nem para a mídia que as defende. Nada está por cima dos interesses econômicos ou estratégicos militares dos estados e grupos econômicos que exergem a hegemonia política no planeta. As cenas das atrocidades cometidas no Iraque, no Afeganistão e na Palestina são amostras do grau de perversidade a que se pode chegar com o objetivo de garantir privilégios.

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http://www.youtube.com/watch?v=jzSmGf0vJgw&feature=player_embedded